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ECOSSISTEMA PLANTON

Soluções para gestão climática

Sistema integrado para medir, reduzir e governar emissões corporativas.

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Onde estão os dados de escopo 1 e 2 na sua empresa

·1 min de leitura

Escopo 1 e escopo 2 reúnem os dados que já existem na operação. O trabalho é saber em qual área está cada um e pedir no formato que o cálculo aproveita.

Pessoa comparando uma fatura de energia e uma ordem de serviço de manutenção sobre a mesa, com notebook exibindo um painel de gráficos ao fundo.

Escopo 1 são as emissões geradas em fontes que pertencem à empresa ou estão sob o controle dela. Escopo 2 são as emissões indiretas associadas à energia que a empresa compra de terceiros.

Juntos, os dois escopos costumam ser a parte mais tratável de um inventário de emissões, porque quase todo o dado já existe em algum lugar da operação. O trabalho é saber em qual lugar, e pedir no formato que o cálculo aproveita.

Uma exceção importante aparece logo abaixo, e vale começar a coleta por ela.

Combustão estacionária

Combustível consumido em equipamentos fixos: geradores, caldeiras, fornos, estufas e secadores.

O item que mais escapa aqui é o gerador de emergência. Ele roda pouco, ninguém pensa nele como fonte de emissão, e por isso costuma ficar de fora da primeira rodada de coleta. O consumo dele entra no inventário do mesmo jeito.

  • Quem tem esse dado: Manutenção, facilities ou o setor de produção.
  • Formato que o cálculo aproveita: Litros ou metros cúbicos por tipo de combustível, por mês.

Combustão móvel

Combustível da frota própria e dos veículos alugados que estão sob controle da empresa. Empilhadeiras e máquinas operatrizes entram nesta categoria, e frequentemente são esquecidas porque não circulam em via pública.

  • Quem tem esse dado: Logística, gestão de frota ou o extrato do cartão de combustível.
  • Formato que o cálculo aproveita: Litros por tipo de combustível. Havendo apenas quilometragem, é preciso informar o modelo do veículo para estimar o consumo.

Emissões fugitivas, o dado que não está com você

Recarga de gases refrigerantes em ar condicionado, câmaras frias e chillers.

Comece por aqui: O registro de recarga quase nunca está com a equipe interna: está com a empresa que faz a manutenção dos equipamentos. Depende de um terceiro localizar ordens de serviço de até doze meses atrás, o que leva tempo e não tem prioridade na agenda dele. Pedir cedo e por escrito é o que evita que essa categoria vire o gargalo do fechamento.
  • Quem tem esse dado: A empresa responsável pela manutenção dos equipamentos.
  • Formato que o cálculo aproveita: Quilos recarregados por tipo de gás, como R-410A, R-134a ou R-22.

Resíduos e efluentes tratados no local

Fossa séptica, estação de tratamento própria e compostagem interna.

A regra de corte é o local do tratamento. O que é tratado na própria unidade é escopo 1. O que é coletado e destinado por terceiros é escopo 3, e aparece no próximo post da série.

  • Quem tem esse dado: SSMA ou a área de meio ambiente.
  • Formato que o cálculo aproveita: Volume tratado no período e o tipo de tratamento.

Energia elétrica adquirida

Consumo de eletricidade de todas as unidades que estão dentro do limite organizacional, ao longo do ano inteiro.

Todas mesmo. Escritórios comerciais pequenos, depósitos alugados e pontos de venda entram, e são justamente os que faltam na planilha quando o inventário chega na etapa de revisão, porque a fatura deles não passa pela mesma alçada de aprovação das unidades grandes.

Um ponto que economiza retrabalho: o valor em reais da fatura não se converte em emissão. Bandeira tarifária, impostos e encargos fazem o custo variar sem que o consumo tenha variado. O que o cálculo aproveita é a energia consumida.

  • Quem tem esse dado: Financeiro, contas a pagar ou facilities.
  • Formato que o cálculo aproveita: Quilowatt-hora por unidade, por mês.

Contratos e certificados de energia

Mercado livre, certificados I-REC, autoprodução e geração distribuída.

São esses documentos que permitem calcular o resultado também pelo método de mercado, o mais utilizado em relatórios de sustentabilidade. Sem eles, o inventário fica restrito ao método de localização e a empresa deixa de reconhecer o efeito de contratos de energia limpa que já paga.

  • Quem tem esse dado: Financeiro ou a área responsável pela gestão de energia.
  • Formato que o cálculo aproveita: Cópia dos contratos e dos certificados referentes ao período.

Vapor, calor e frio adquiridos

Energia térmica comprada de terceiros. É comum em operações industriais e em empreendimentos com central de utilidades compartilhada, como condomínios logísticos e parques industriais.

  • Quem tem esse dado: Utilidades, engenharia ou o contrato com o fornecedor.
  • Formato que o cálculo aproveita: Quantidade adquirida por período, em unidade de energia ou de massa.

O próximo passo

Sete categorias, sete pontos focais diferentes. Nenhuma delas é difícil de calcular quando o dado chega no formato certo, e é aí que está o trabalho.

No próximo post da série, o escopo 3: onde está o maior volume de emissões na maior parte dos setores, e onde a coleta deixa de depender só da sua empresa.

Inventário de Emissões by Planton Genius

Reunir os dados pode custar menos tempo

Você compartilha os documentos no formato em que eles já existem, a leitura é feita por visão computacional e a coleta acontece por conversa, com vários respondentes de diferentes unidades ao mesmo tempo. O esforço sai do operacional e vai para a decisão.

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